sexta-feira, 10 de outubro de 2008

TOQUE A BALADA DO AMOR INABALÁVEL

Eu levo essa canção
De amor dançante
Prá você lembrar de mim
Seu coração lembrar de mim
Na confusão do dia-a-dia
No sufoco de uma dúvida
Na dor de qualquer coisa
É só tocar essa balada
De swing inabalável
Que é o oásis pr'o amor
Eu vou dizendo
Na seqüência bem clichê
Eu preciso de você
(...)

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

DISRITMIA

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Eu quero me esconder debaixo dessa sua saia
[prá fugir do mundo]
Pretendo também me embrenhar no emaranhado
[desses seus cabelos]
Preciso transfundir seu sangue pro meu coração
[que é tão vagabundo]
Me deixe te trazer num dengo prá num cafuné
[fazer os meus apelos]
.
Eu quero ser exorcizado pela água benta desse olhar infindo
Que bom é ser fotografado mas pelas retinas dos seus olhos lindos
[Me deixe hipnotizado prá acabar de vez com essa disritmia]
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Vem logo vem curar teu nego que chegou de porre lá da boemia
Vem logo vem curar teu nego que chegou de porre lá da boemia
Vem logo vem curar teu nego que chegou de porre lá da boemia
Vem logo vem curar teu nego que chegou de porre lá da boemia
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(...)

terça-feira, 7 de outubro de 2008

MEU AMOR, MEU BEM, ME AME


Meu amor, meu bem
Repare no meu cabelo
No meu terno engomado
No meu sapato
Eu sou um dragão de pêlo
Eu cuspo fogo
Não me esconda o jogo
Ou berro no ato...
Meu amor, meu bem, sacie, mate
Minha fome de vampiro
Senão eu piro
Viro Hare-Krishna
Hare Hare Hare
Não me desampare
Ou eu desespero...
Meu amor ele é demais
Nunca de menos
Ele não precisa
De camisa-de-vênus
Ouça o que eu vou dizer
Meu bem me ouça
O que ele precisa
É de uma camisa-de-força...
Você é a minha cura
Se é que alguém tem cura
Você quer que eu
Cometa uma loucura
Se você me quer!
Cometa!...
(...)

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

DUBLÊ DE CORPO

Eu não reconheço mais, olhando as fotos do passado
Habitante do meu corpo, deste estranho dublê de retratos
Talvez até eu já vivesse em algum corpo emprestado
Esperando só por você pra reunir meus pedaços
Foi tanta força que eu fiz por nada
Pra tanta gente eu me dei de graça
Só pra você eu me poupei
Será que o tempo sempre disfarça
Tomara um dia isso tudo passa
Desculpa as mágoas que eu deixei
(...)

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

SOBRE O TEMPO

Tempo, tempo, tempo mano velho
Falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio

Tempo, tempo, tempo mano velho
Vai, vai, vai, vai, vai, vai... VAI


Tempo amigo, seja legal
Conto contigo, pela madrugada
Só me derrube no final

(...)